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Todays is : 14 de March de 2010
Irmão de Bento XVI se livra de acusação de abuso sexual
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Por Admin   
07 de March de 2010
O Vaticano disse neste sábado, 6, que os dois casos de abuso sexual ligados a um renomado coral na Alemanha não coincidem com o período de trinta anos em que o irmão do papa Bento XVI esteve à frente da catedral.

Depois que casos de abusos em escolas jesuítas na Alemanha vieram à luz no mês passado chocando o país, a Igreja Católica revelou na sexta-feira acusações contra padres que teriam espancado e abusado sexualmente de meninos em pelo menos três escolas na Bavária.

O jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, publicou no sábado uma declaração do Bispo de Regensburg, Gerhard Ludwig Muller, dizendo que um caso de abuso do diretor-assistente de uma escola primária ligada ao coral foi detectado em 1958. O clérigo foi prontamente afastado e processado, disse o comunicado.
 
Outro padre, que trabalhou com o coral da catedral em 1958 durante sete meses, foi culpado de abuso sexual 12 anos mais tarde. Uma investigação está sendo conduzida agora para determinar se ele cometeu algum abuso durante seu tempo com o coral.

"Ambos os casos foram tornados públicos na ocasião e podem ser considerados encerrados no sentido legal. Eles não coincidem com o período em que o reverendo Georg Ratzinger esteve no cargo (1964-1994)," disse o comunicado.

A diocese disse em uma declaração na sexta-feira estar investigando as acusações de abuso sexual, espancamento e humilhação de três homens no início dos anos 1960, quando freqüentaram internatos ligados ao coral.

O Vaticano afirmou apoiar integralmente a diocese de Regensburg em sua decisão de investigar aberta e decididamente o assunto e que a principal preocupação da Igreja é proporcionar justiça a quaisquer vítimas.

A diocese, onde o papa ensinou teologia na universidade entre 1969 e 1977, disse na haver casos de abuso no momento e que irá investigar todas as acusações passadas.
 
Maçonaria: Juízes e Desembargadores envolvidos em quadrilha
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Por Admin   
19 de February de 2010
CUIABÁ - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) julga na terça-feira processo administrativo que apura o desvio de R$ 1,5 milhão no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, relator do caso, apresentou parecer em que pede a aposentadoria compulsória de três desembargadores e sete juízes, suspeitos de participação no desvio dos recursos para favorecer a entidade maçônica Grande Oriente de Mato Grosso.



Segundo o relatório, o caso começou em 2003, quando os envolvidos criaram uma cooperativa de crédito vinculada à Grande Oriente do Estado de Mato Grosso, da qual o desembargador José Ferreira Leite, então presidente do Tribunal de Justiça, era grão-mestre.



A cooperativa de crédito quebrou em 2004, quando foi descredenciada pelo Banco Central por falta de liquidez. Para atender aos correntistas, a maioria ligada à maçonaria, os envolvidos "buscaram recursos no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, por meio de pagamentos de créditos aos seus magistrados maçônicos ou não, desde que tivessem desprendimento para emprestá-los à ordem maçônica", diz o relator.



Uma auditoria mostrou que foram realizados pagamentos ilegais, como a restituição indevida do Imposto de Renda já recolhido à Receita Federal, diferença de teto, pagamento de correção monetária sobre verba já corrigida, sobreposição de correções monetárias, atualizações calculada com base na suposta diferença de teto e duplicidade no pagamento de verbas salariais.
 
 
Fonte: OESP
 
Centenas de Irlandeses violentados por padres buscam ajuda
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Por Admin   
27 de November de 2009
Centenas de vítimas de abuso sexual em paróquias católicas de Dublin entraram em contato com serviços de aconselhamento psicológico, na quinta-feira, após a divulgação de um relatório ter mostrado que arcebispos acobertaram obsessivamente décadas de abusos amplos.

Os serviços de aconselhamento disseram que o relatório, que detalhou numerosos exemplos de violência e disse que um padre abusou sexualmente de mais de cem crianças, desencadearam as memórias das vítimas e levaram muitas delas a vir a público pela primeira vez.

O serviço de aconselhamento Faoiseamh, montado pela Igreja Católica, disse que os telefonemas triplicaram esta semana, e o Centro de Crise de Estupros de Dublin disse que o número de chamados de vítimas saltaram de uma média diária de 25 para mais de 140 na quarta-feira.

"Houve uma avalanche de chamados", disse à Reuters a executiva-chefe do Centro, Ellen O'Malley-Dunlop.

"A maioria era de pessoas que estava ligando pela primeira vez, que estavam sofrendo muito e cujas memórias tinham sido reativadas. Elas se sentem péssimas por não terem se manifestado antes, mas a natureza desse crime é justamente essa: silenciar as pessoas", disse ela.

O relatório do inquérito foi divulgado seis meses após um relatório igualmente condenatório e ainda mais explícito sobre açoitamentos, trabalho escravo e estupros coletivos que eram comuns em escolas industriais e reformatórios administrados pela Igreja em fase anterior do século 20.

O Centro de Crise de Estupros de Dublin disse que o número de pessoas que o procuraram subiu 300 por cento após a divulgação do chamado relatório Ryan, em maio, mas que subiu mais ainda na quarta-feira.

"Após o relatório Ryan recebemos ligações de pessoas mais velhas, mas ontem à noite houve muitos homens mais jovens, na casa dos 30 anos, que estavam totalmente arrasados", disse O'Malley-Dunlop.

Grupos de vítimas exortaram o ministro da Justiça, Dermot Ahern, a estender as investigações a todas as arquidioceses do país, mas o bispo auxiliar de Dublin disse que, em vez disso, o tempo e o dinheiro devem ser investidos no aprimoramento dos serviços de proteção à infância.

O bispo Eamonn Walsh disse à Reuters que uma investigação igualmente ampla sobre abusos cometidos apenas em outras áreas de Dublin levaria vários anos e simplesmente traria os mesmos resultados.

"Podemos fazer duas coisas: passar os próximos dez anos investigando o que aconteceu entre 1960 e 2000 ou aprender com o que aconteceu, destilar tudo e definir o que precisamos fazer agora", disse Walsh, referindo-se ao período coberto no novo relatório.

"É preciso investir nossa energia e nosso dinheiro na proteção das crianças através de serviços civis e da igreja. O que queremos é ter profissionais fazendo o trabalho que nós, da igreja, fizemos de maneira inepta no passado, com resultados desastrosos."
 
Fonte: Reut
Última Atualização ( 27 de November de 2009 )
 
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