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Pastor evangélico é expulso de Israel
(4 votes)
Por Admin   
03 de September de 2007

Vergonha:: Um pastor evangélico americano e sua esposa que trabalham em Israel há quase 20 anos receberam ordem de deixarem o país dentro de 14 dias, por causa do envolvimento deles com o trabalho missionário, segundo informações da BosNewsLife.

Ron Cantrell, 59 anos e sua esposa, Carol, de 54 anos, presidem um pequeno grupo “Shalom, Shalom Jerusalém” há quatro anos. Antes disso, Ron trabalhou por 14 anos em uma organização evangélica. Dois de seus filhos se casaram com israelenses e possuem nacionalidade israelense, segundo a mídia local.

O pedido de Ron Cantrell para obter residência permanente foi negado. Na última sexta-feira, dia 17, oficiais do Ministério do Interior disseram ao “Jerusalem Post” que a decisão foi tomada por causa das suspeitas de trabalho missionário contra Ron.

Autoridades israelitas proibiram o trabalho de missões cristãs entre judeus. Ron Cantrell negou que estivesse envolvido no trabalho missionário para judeus.

Ele apenas disse que "a organização recolhe dinheiro para Israel e para projetos sociais que atendem novos imigrantes", inclusive judeus que vieram da ex-União Soviética.

Enquanto trabalhava para a organização cristã Pontes para Paz, Ron Cantrell recebeu uma licença de residência especial, mas isso foi mudado para um visto turístico" temporário" quando ele começou as atividades na "Shalom Shalom Jerusalém", disse o pastor. Um visto turístico precisa ser renovado a cada três meses.

Não ficou imediatamente claro quando e se o pastor Ron Cantrell poderá voltar a Israel. O caso trouxe preocupações entre cristãos estrangeiros que trabalham lá diante da crescente pressão e perseguição de grupos judeus ortodoxos e autoridades sobre os cristãos evangélicos.

Apesar disso, há igrejas evangélicas em Israel trabalhando junto aos judeus, ainda que clandestinamente, segundo fontes que pediram anonimato à BosNewsLife.

O “Jerusalém Post” disse também que está claro “o ato de conversão de cristãos evangélicos em Israel, o que é proibido, e a convicção fundamental deles de que o retorno dos judeus para a Terra Santa foi descrito na Bíblia, assim como o retorno do Messias."

 

 
Tribunal na Malásia rejeita conversão de mulher ao cristianismo
(5 votes)
Por Admin   
23 de August de 2007
O tribunal de mais alta instância na Malásia rejeitou um pedido de uma mulher que queria ter sua conversão do islamismo ao cristianismo reconhecida oficialmente, pondo fim a um caso que tramita há seis anos.

A corte, composta por três juizes, decidiu que só um tribunal islâmico poderia permitir que Azlina Jailani, hoje conhecida como Lina Joy, removesse a palavra 'islâmica' de sua carteira de identidade.

Ela nasceu em uma família muçulmana e, em 1998 foi batizada, mudando de nome.

A Constituição da Malásia garante liberdade de culto mas diz também que todas as pessoas de origem étnica malaia são muçulmanas.

Os tribunais islâmicos malaios, que funcionam de acordo com leis conhecidas como sharia, se recusaram a reconhecer a conversão de Jailani.

Em um ato inédito, o tribunal federal, a mais alta instância jurídica secular, decidiu que não tem poder para desafiar os juízes que atuam pela sharia.

O tribunal civil ficou dividido. Dois juízes muçulmanos concordaram na decisão e um terceiro, não-muçulmano, foi a voz dissidente.

A notícia foi recebida com gritos de "Deus é Grande" por muçulmanos que aguardavam diante do prédio do tribunal.

Mas adeptos de outras religiões vão ver a decisão como mais um sinal de que seus direitos estão sendo erodidos.

Segundo o analista de assuntos islâmicos da BBC, Roger Hardy, a maioria muçulmana do país vem tentando usar o sistema judiciário e político para fortalecer sua posição às custas de minorias budistas, hindus e cristãs.

A batalha judicial levou Jailani a ser rejeitada pela família e a perder o emprego.

By BBC. 

 
Anti-Americanismo Barato ou A Revanche dos Derrotados
(2 votes)
Por Admin   
23 de August de 2007

Por estes dias tive a oportunidade de ler um artigo acerca da novela envolvendo a ONU e a questão nuclear do Irã que, ao que parece, na da mais esta fazendo além de ganhar tempo para desenvolver seu projeto de bomba nuclear.

Mal terminei a minha leitura no site e me deparei com uma diversidade de comentários anti-americanos de alguns leitores, que usavam como argumento o fato de que os americanos seriam tiranos da história, pois atacaram o Japão com bombas nucleares, e agora queriam priobí-las ao mundo. Mais adiante ainda havia o argumento de que os americanos estariam colaborando com a Índia na questão nuclear, que sequer é signatária do Tratado de Não Proliferação Nuclear. 

Ora, é  preciso analisar com imparcialidade e paixões alguns fatos históricos, antes de se valer de anti-americanismo barato.

Não se pode esquecer nunca que o Irã, ao contrário da Índia, vive num regime totalitário, e que tem como objetivo destruir Israel, além da tentativa de recriar o Império Persa do passado. Que milhares de Cristãos foram assassinados pelo governo, apenas por serem Cristãos.

Que o pobre Japão, coitadinho, que sofreu um ataque nuclear, assassinou milhares de chineses (velhos e crianças também), criou um sistema de prostituição forçada em massa na Coréia, e atacou Pearl Harbor matando milhares de americanos.

Parece que hj a moda intelectualóide da esquerda é colocar todos os males nos EUA, num revanchismo histórico pela queda do muro de Berlim, mas se eles (os americanos) não tivessem ganho a guerra, nem eu (que não sou ariano (alemão) ou "Filho do Deus Sol" (japones) estaria vivo para escrever estas linhas. E nem meus filhos estarão se, sendo Cristãos, viverem no mundo desejado pelo Iranianos. Um mundo em que todo aquele que não crê em Alá merece a morte.

 

 
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